Por Jessé Cardoso: “A Farra dos Parques”

Zona Oeste do Município do Rio de Janeiro, 13 de maio de 2026.
O Parque Ambiental do Mendanha inaugurado há décadas, tem tudo que os recém criados parques de Realengo, Inhoaíba e o de Santa Cruz que se avizinha tem. A diferença é que foram construídos sem custos.
Eles são naturais e não inventados com fins eleitoreiros, afinal, somos um país tropical. O Parque Natural do Mendanha, bem como outros no Maciço da Pedra Branca, já nasceu com suas cachoeiras e trilhas que só precisam de serviços públicos básicos que facilitem o acesso e a permanência do público visitante.
Dito isto, entendemos que esses projetos de parques inventados num país tropical só chegam para atender interesses escusos de gestores públicos corruptos, que criam estruturas caras aos cofres públicos, sem diferenciar o supérfluo do necessário. O ex – prefeito Eduardo Paes fez investimentos sem critérios na década passada e deixou a prefeitura falida para o seu sucessor. Construir um parque em cada bairro deve ser o projeto dele, seu sucessor que se vire para manter.
A cidade está aí, naturalmente construída para ser gerida honestamente, criar modelos de gestão para atender campanha política é um flagrante de oportunismo e falta de respeito com a coisa pública. A cidade é um grande parque e só precisa ser cuidada. Coloque os serviços públicos básicos à disposição do Parque Municipal do Mendanha, do Parque Estadual da Pedra Branca, em Realengo, no Rio da Prata e em Guaratiba e o Turismo Ecológico e de lazer estará disponível no município sem rótulos, bandeiras, e a um baixo custo.
Por Jessé Cardoso
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