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Anel Viário de Campo Grande está derretendo

Zona Oeste do Município do Rio de Janeiro, 14 de novembro de 2025.
Sob o argumento de que é muito caro desapropriar, o prefeito Eduardo Paes vai, aos poucos, descaracterizando o projeto do Anel Viário de Campo Grande e colocando em risco a sua qualidade.
A única oportunidade que Campo Grande teve para discutir, planejar e executar mobilidade urbana foi há quase 40 anos atrás na gestão do então prefeito Marcelo Alencar.
Rotatória da Arthur Rios
A “rotatória” construída no encontro da Rua Arthur Rios com a Avenida Cesário de Melo, não atingiu o objetivo porque economizaram ao não desapropriar os imóveis do entorno. Erros como criar mais um sinal luminoso e manter o conflito entre motoristas que seguem em direção à Bangu e os que vão cruzar a pista para retornar ou subir o viaduto, foram mantidos.
Rotatória da Estrada do Lameirao/Posse
A Rotatória da Estrada do Lameirao/Estrada da Posse está convivendo com o mesmo problema, mudaram o projeto para não desapropriar.
Estrada do Cachamorra
A duplicação da Estrada da Cachamorra está comprometida. Segundo noticiado, o prefeito Eduardo Paes declarou que para evitar desapropriações alguns trechos da Estrada do Cachamorra não serão duplicados.
As estradas do Monteiro, Pré, Capoeiras e Rio São Paulo, entre outras, também precisam ser duplicadas e dependem de desapropriações.
Sem a duplicação dessas estradas todo o projeto vai ficar comprometido. A fluidez do trânsito até o futuro túnel não vai acontecer. O Mergulhão ficou pronto e não resolveu a fluidez do trânsito no local, as retenções e engarrafamentos continuam no entorno, antes e depois do Mergulhão.
Reflexões
Qual a diferença entre um projeto de viabilidade urbana e um projeto de Parques Ambientais?
É que o primeiro significa desenvolvimento econômico e social com reflexos financeiros positivos – investimento – e o outro significa despesas com supérfluo. E ainda, que para parques ambientais não falta dinheiro, para o Anel Viário falta.
Por: Jessé Cardoso

